Leonardo Felipe de Ávila Calbusch
Fundador/Pesquisador
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL GENERATIVA NA PRÁTICA DOCENTE DOS PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO DO IFC
RESUMO: A popularização da Inteligência Artificial Generativa (IAG) tem ampliado possibilidades de práticas docentes nas escolas, ao mesmo tempo em que impõe dilemas éticos e demandas de formação. Diante desse cenário, o Instituto Federal Catarinense (IFC) carece de um diagnóstico situado que mostre como seus professores do Ensino Médio integram a IAG na prática docente. Este estudo tem por objetivo geral compreender como professores de Ensino Médio do Instituto Federal Catarinense integram a Inteligência Artificial Generativa em sua prática docente. Adota-se um delineamento misto exploratório sequencial: na etapa quantitativa, aplica-se questionário on-line, anônimo a todos os docentes que cumprirem os critérios de inclusão, com itens fechados e escalas Likert para mapear importância, familiaridade, frequência e diversidade de usos, bem como barreiras técnicas, éticas e institucionais. Ao final do questionário, um formulário independente permite o cadastro voluntário para entrevistas, preservando o anonimato do participante. A análise quantitativa incluirá estatística descritiva, consistência interna dos blocos e correlações/ comparecimentos apropriados. Na etapa qualitativa, serão realizadas entrevistas semiestruturadas com docentes que apresentarem maior familiaridade e maior frequência de uso da IAG, até a saturação teórica (estimativa inicial: 12–20 participantes). As entrevistas serão tratadas por Análise de Conteúdo. A integração ocorrerá por meio de quadros de síntese que articulam padrões quantitativos e evidências qualitativas. O estudo mapeará perfis de adoção da IAG, descreverá aplicações concretas e identificará desafios técnicos, éticos e institucionais, de modo a subsidiar recomendações para políticas internas e formação continuada, fortalecendo o papel do professor como mediador crítico da IAG.
Marco Antônio Pinheiro
Fundador/Pesquisador
Políticas de uso da IA generativa nas instituições de ensino superior comunitárias catarinenses
RESUMO: A popularização da Inteligência Artificial Generativa (IAG) tem ampliado possibilidades de práticas docentes nas escolas, ao mesmo tempo em que impõe dilemas éticos e demandas de formação. Diante desse cenário, o Instituto Federal Catarinense (IFC) carece de um diagnóstico situado que mostre como seus professores do Ensino Médio integram a IAG na prática docente. Este estudo tem por objetivo geral compreender como professores de Ensino Médio do Instituto Federal Catarinense integram a Inteligência Artificial Generativa em sua prática docente. Adota-se um delineamento misto exploratório sequencial: na etapa quantitativa, aplica-se questionário on-line, anônimo a todos os docentes que cumprirem os critérios de inclusão, com itens fechados e escalas Likert para mapear importância, familiaridade, frequência e diversidade de usos, bem como barreiras técnicas, éticas e institucionais. Ao final do questionário, um formulário independente permite o cadastro voluntário para entrevistas, preservando o anonimato do participante. A análise quantitativa incluirá estatística descritiva, consistência interna dos blocos e correlações/ comparecimentos apropriados. Na etapa qualitativa, serão realizadas entrevistas semiestruturadas com docentes que apresentarem maior familiaridade e maior frequência de uso da IAG, até a saturação teórica (estimativa inicial: 12–20 participantes). As entrevistas serão tratadas por Análise de Conteúdo. A integração ocorrerá por meio de quadros de síntese que articulam padrões quantitativos e evidências qualitativas. O estudo mapeará perfis de adoção da IAG, descreverá aplicações concretas e identificará desafios técnicos, éticos e institucionais, de modo a subsidiar recomendações para políticas internas e formação continuada, fortalecendo o papel do professor como mediador crítico da IAG.
Marcela Luz Saraiva de Campos
Fundadora/Pesquisadora
POLÍTICAS DE USO DA IA GENERATIVA NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR COMUNITÁRIAS CATARINENSES
RESUMO: A ampliação do uso da Inteligência Artificial Generativa (IAG) nas práticas acadêmicas tem reconfigurado a produção, a mediação e a legitimação do conhecimento. No entanto, tais transformações não se distribuem de forma homogênea entre os sujeitos. Esta pesquisa tem como objetivo analisar de que maneira a Inteligência Artificial generativa opera como mediadora nas práticas de multiletramento acadêmico de estudantes migrantes em uma universidade comunitária de Santa Catarina, identificando em que medida essa mediação favorece ou restringe sua inclusão acadêmica e sua agência nos processos de produção de conhecimento. A metodologia propõe uma abordagem qualitativa e quantitativa de natureza exploratória. A coleta de dados será realizada no âmbito acadêmico e espera-se mapear as práticas de multiletramento acadêmico em que estudantes migrantes recorrem a ferramentas de IA Generativa, investigar como a mediação da IA Generativa incide sobre a inclusão acadêmica desses estudantes e identificar as potencialidades e os limites da mediação da IA Generativa nos processos de produção de conhecimento, contribuindo para superar a abordagem instrumental da IAG e promover o desenvolvimento de uma literacia crítica em inteligência artificial, capaz de articular suas potencialidades e riscos no ensino superior.
Maria Eduarda Policarpo
Fundadora/Pesquisadora
DIRETRIZES INSTITUCIONAIS PARA O USO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NO ENSINO SUPERIOR BRASILEIRO: UMA ANÁLISE DOS ENFOQUES ÉTICOS, PEDAGÓGICOS E DE GOVERNANÇA ACADÊMICA
RESUMO: O avanço da Inteligência Artificial (IA) no ensino superior tem impulsionado instituições a formularem diretrizes para orientar seu uso em práticas acadêmicas e administrativas. Nesse contexto, este estudo investiga qual é o enfoque predominante das diretrizes institucionais das Instituições de Ensino Superior (IES) brasileiras, especialmente no que se refere às dimensões ética, pedagógica e de governança acadêmica. O objetivo geral consiste em analisar essas diretrizes, identificando seus principais direcionamentos à luz de princípios como transparência, equidade, responsabilidade e uso responsável da IA. Metodologicamente, a pesquisa adota uma abordagem qualitativa, com caráter documental, a partir do mapeamento de diretrizes de acesso público das IES brasileiras. Busca-se, inicialmente, identificar os principais focos, abrangências e orientações normativas desses documentos, bem como caracterizá-los quanto ao tipo, grau de formalização e instância institucional responsável por sua elaboração. Em seguida, analisa-se a presença e predominância de princípios éticos explícitos ou implícitos nas diretrizes. Espera-se que os resultados contribuam para a compreensão de como as IES brasileiras estão estruturando suas respostas institucionais frente à IA, evidenciando tendências, lacunas e possibilidades de aprimoramento na articulação entre inovação tecnológica e responsabilidade acadêmica..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.